terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Por favor, uma porção de “manga rosa” sem maonezi por favor!


Esclarecimento:

Caro amigo.
Manga Rosa é um grupo musical especializado em musica popular brasileira e samba de raiz, por esse motivo caro Jr. Não posso em hipótese alguma lhe servir essa iguaria.
Aproveito também para dizer-lhe que R$ 10,00 é o valor da entrada da casa e não do preço da “manga rosa” (porção).
Forte abraço e até semana que vem.
PS. Quando chegar Maré Mansa é a banda e não um novo coquetel.

Conclusão:
Risos, muitos risos...

Vai um café ai? açúcar para acompanhar?


O fatídico café.

Após uma boa refeição um bom café vai muito bem então a falta de um “STARBUCKS”, fomos a um “Fran’s” (isso mesmo vou até citar o nome, pois eu sinceramente estou muito decepcionado, pois o produto é bom nesse estabelecimento, não consigo compreender como pode o atendimento ser tão ruim.
Logo na entrada um monte de mesas vagas, mas em nenhuma podíamos sentar, pois todas estavam com bandejas e copos sujos. Achamos uma bem aconchegante no mezanino, ai começou a tortura, graças a incrível incapacitação dos garçons e atendentes o estabelecimento colocou uma campainha (tosca como aqueles sinais de alerta dos aeroportos), então começou uma sinfonia de campainhas poin, poin, poin, poin, poinnnnn um verdadeiro inferno psicológico.
Ficamos la sentados sem cardápio por uns 5 minutos, quando a atendente chegou foi bem educada (lembrando que educação não torna ninguém competente), bom após 15 minutos da nossa chegada finalmente chegou o meu café, o bolo de cenoura da minha esposa e o churros da minha filha tudo muito bom a não ser por um detalhe... Cadê a P. do meu açúcar a atendente adivinhou que eu tomo sem? Não, ela esqueceu mesmo, como pode um negocio desses esquecer o único acompanhamento obrigatório no serviço de café o “AÇUCAR”. Você pode estar dizendo agora que tempestade em copo d’água, mas, não se engane se para ver a gente, mesmo com o poin da campainha levou 5 minutos, quando meu açúcar chegasse o café já estaria a 5 graus abaixo de zero.

Conclusão.
POIN, POIN, POINNNNNNNNNNNN...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

"O DIA EM QUE A TURCA PERDEU O XÃO" (com x mesmo)

Essa história ficará sem sentido caso não conheça as partes envolvidas para saber mais entre em contato com Vila do Chaves pelo fone do Madruguinha.



Hoje eu tinha uma missão:

Ligar para todas as pessoas que passaram o Natal com a gente na (Casa da Tia) e perguntar o que cada um levaria para a "CEIA", na verdade uma tarefa relativamente fácil, mas... (não contavam com a minha astucia), liguei primeiro para Dona Florinda (nome ficticio), então olha o diálogo que seguiu-se:



Narrador - Florinda o que levará para a Ceia?

Florinda - Acho que um bolo de marshimelow (acho que é assim que escreve rs)

Narrador - Mas acho que você não deve levar doce pois temos amigos que levaram! pode ser um outro prato bem simples como um tender bola ou uma ave (ora, todo mundo sabe que eses itens ja vem limpo, temperado e congelado é só tirar da embalagem e colocar na forma até um "asdrubol" consegue (se não sabe o que é asdrubol joga no google).

Florinda - Ai agora o que eu faço perdi o chão... eu ja comprei tudo (duas latas de creme de leite, duas de leite condensado e uma duzia de ovos) rs que é que faço agora?



Bom depois de 10 minutos Florinda chegou a uma solução rapida, facíl, barata e quase ecologicamente correta que não mancha a roupa e qualquer criança faz em casa vai levar empadas de brócolos (a gráfia ta correta o plural de brócolis é brocolos mesmo).



Conclusão:

Não complica Neide...(a coisa é simples, perder o chão por isso imagina quando tiver motivo então)rs rs rs. 2012 ta ai em.













quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

No aniversário de Susi...Onde o vento levou...(a educação)


AHHHH.... fui tomar umas ontem terça feira 14/12 em um restaurante bem antigo, não antigo de caindo aos pedaços antigo de tradicional, marcamos de encontrar a família e os amigos para comemorar os 200 anos de nacimento de "Susi". Tratei de chegar um pouco mais cedo para reservar a mesa ai começou a aventura...

Sentamos a uma mesa para 4 pessoas e esperamos exatos 10 minutos para um dos três "supostos" garçons (que chamaremos aqui de Atos, Portus, e Aramis) chega-se a mesa falamos então que precisáva-mos de uma mesa para 15 pessoas, e a resposta foi...

Perai.

E foi conversar com os outros dois mosqueteiros, nisso o pessoal foi chegando e se amontoando em pé a frente da gente, uma cena linda de se ver todos em pé com sede e os três mosqueteiros duelando pra ver quem trabalhava menos até que Atos voltou e disse a genial frase:

_ Da pra espera "10 minuto" (é no singular mesmo) que a mesa la da frente ta saindu ai a gente bota (viramos ovos nessa hora) vocês la assim não precisamu muda as mesa tudo.

Com o ouvido ferido pelo recolchete do projetil que matou a lingua portuguesa respondi então:

_ Atos, ja fazem mais de 10 mintuos que estamos aqui em pé e amontoados por gentileza pode montar a mesa aqui mesmo juntando essas outras duas que se encontram ao lado!

_Mai ai vai fica nu meiu du salão atrapaiando.

_Ta então a gente fica assim amontoado esperando os outros é isso?

Ele então suspirou fundo e começou a bater as cadeiras empurrando e afastando as mesas como criança birrenta que foi contrariada pelos pais, quando acabou o escandalo olhou e disse que não era má vontade é que tava "foda" (com essas palavras) o restante da noite foi assim digamos que com atendimento VIP (vai improvisando palhaço). As pizzas até que estavam boas.

Conclusão:

Foda meu amigo, meu amigo não, que eu não frequento sua casa e você não frequenta a minha, foda é trabalhar a mais de 10 anos com uma profissão e não fazer direito seu serviço, foda e tratar clientes que mantem a casa aberta como se trata um bando de pedinte, eu tenho que concordar com uma coisa que disse "não é má vontade" mesmo, é jumentice... e o culpado sabe quem é... sou eu, eu, eu que mesmo sabendo como é o atendimento ainda tenho coragem de frequentar o local. Bom dito isso farei o resumo em uma só frase.

Na terra em que o vento levou a personagem principal é foda...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Pelo amor não quero rosas...

Eu não aguento mais...
Sempre que vou a um restaurante em Indaiatuba (que tem uma grande variedade de cachaças rs rs rs), a cada 30 minutos vem alguem oferecer rosas ou cartelinhas de linguagem de sinais. Eu não quero comprar nada só quero tomar meu chopp quieto com minha mulher e minha filha.
A comida é boa o atendimento razoavel mas pelo amor não da pra aguentar, acho que o dono deve ser socio da floricultura...

Torresmo, cerveja e bocha...

Conheço um boteco a muito tempo, sempre que tenho um tempinho durante um trabalho e outro vou pra la.
Tenho que admitir que la encontro o melhor torresmo que ja comi na minha vida, muito bom mesmo, sempre com uma quantia consinderável de carne e pururuca na medida certa, alem é claro da cerveja gelada que é fundamental. O dono sempre com um guardanapo pendurado no ombro é bem atencioso e simples. Eu recomendo "Bar Irmãos Morales" Vila Teixeira Salto SP.